Notícias

Cunicultora na TV

CUNICULTORA FALA SOBRE A CUNICULTURA PET

Julho/2015

A cunicultora Nayara, da cidade de Betim concedeu entrevista ao programa "De tudo um pouco" da rede super de televisão. Nayara, destacou as raças utilizadas, alguns cuidados para com os animais bem como curiosidades diversas sobre coelhos Pet. O vídeo pode ser acessado no link https://youtu.be/0eZC2eAyW8U.

Procura por produtos

EMPRESA ESPANHOLA MANIFESTA PROCURA POR PRODUTOS BRASILEIROS

Julho/2015

 

Uma empresa espanhola, que trabalha com importação e exportação de carnes, está a procura de matadouros de coelhos no Brasil. Informam que importam principalmente víscera (offal), restos e sobras (pet food) e que trabalham com diferentes países da Africa, Europa e Asia, onde seus clientes pedem por orelhas de coelho desidratadas, carne, carcaças, restos (pet food), dentre outros. Maiores informações podem ser obtidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Acredita-se que no Brasil o volume produzido de coelhos é muito baixo o ainda dificulta a exportação, embora se perceba ligeiro aumento no número de interessados pela atividade.

Grupos de whatsap

GRUPOS DE WHATSAP DE CUNICULTURA SÃO CRIADOS

Julho/2015

 

O diálogo entre todos os envolvidos na cunicultura será de extrema importância para fortalecimento e promoção desta atividade. Há hoje no Brasil a carência de agentes que façam a integração da cadeia produtiva.

Atualmente estão sendo criados alguns grupos de Whatsap que muito ajudarão na troca de informação entre os cunicultores. Essa comunicação instantânea de fácil acesso pode ajudar em muito na promoção da atividade. Segundo o cunicultor Bruno Brito, esses grupos são importantes para que os cunicultores se unam e trabalhem de forma mais coletiva, fortalecendo o setor.

Estimativa e consumo

ESTIMATIVA DA PRODUÇÃO NACIONAL E CONSUMO

Julho/2015

A produção nacional exata de carne de coelhos bem como o consumo per capita são de difícil cálculo, haja vista que grande parte dos abates ocorrem fora dos abatedouros credenciados. Estimativas como a da FAO não são confiáveis pois os dados são desatualizados e inconsistentes. Neste sentido a ACBC buscou a ajuda do Med. Veterinário e Cunicultor Marcos Kac, para realizar uma estimativa sobre a produção e consumo nacional. Assim foi elaborada nota tecnica que está disponível em:http://www.acbc.org.br/images/stories/Estimativa_da_produo_de_coelhos_no_Brasil.pdf.

A produção estimada é de 750 toneladas/ano, sendo o consumo estimado em 3 a 4 g/hab.ano. Verifica-se que o consumo estimado é praticamente desprezível e bem baixo quando comparado ao valor de 100g/hab.ano, sempre lembrado quando se fala em consumo de carne de coelho. De qualquer forma, Marcos destaca o grande potencial de crescimento da atividade de cunicultura para produção de carne. Atualmente a China já está alcançando a cifra de 1.000.000 de toneladas de carne produzida a cada ano, sendo atualmente o maior produtor mundial.

Casquinha de soja

Nota Técnica - Casquinha de soja: excelente opção de fonte fibrosa para a fábrica de ração

Para baixar essa nota técnica em PDF, clique aqui

 

Por: Luiz Carlos Machado

Professor do IFMG Bambuí, Presidente da ACBC

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Muitas fábricas de rações relatam alguns problemas relacionados à fabricação das rações para coelhos, principalmente no que diz respeito a inclusão de uma fonte fibrosa. Algumas não utilizam uma fonte de fibras, ou seja, um ingrediente que tenha maior teor fibroso que o proposto nas exigências nutricionais para os coelhos e assim nunca vão conseguir fornecer a quantidade de fibra proposta para maximizar o desempenho e a saúde intestinal do animal. Como a legislação brasileira de rações não considera isso, alimentos de baixa qualidade são vendidos no mercado. Algumas colocam uma quantidade considerável de farelo de trigo, o qual mesmo apresentando nível elevado de fibra, não faz com que e ração atinja ao mínimo exigido para a espécie.

Em relação à compra e armazenagem de ingredientes fibrosos de boa qualidade, como os fenos, algumas fábricas relatam problemas e dificuldades. Não é fácil a aquisição e moagem para incorporação na ração, além de que muitas não conseguem adquirir o produto já moído. Associado a isso está o fato de que muitas fábricas produzem um volume muito baixo de ração para coelhos e segundo algumas não valeria a pena investir em ingredientes de melhor qualidade para essas rações.

A partir disso, deve-se pensar na utilização de ingredientes estratégicos que maximizem os ganhos e que proporcionem melhorias na logística de produção e que principalmente resolvam a essa questão. A casca ou casquinha de soja é película externa que envolve o grão e uma tonelada de soja proporciona cerca de 50 kg de casquinha. Sendo comprada seca, pode ser armazenada durante todo o ano.

Para coelhos a casquinha de soja vem se tornando uma excelente alternativa a ser considerada para a fabricação de ração. Como já está moída, basta apenas incorporar à mistura contendo os demais ingredientes. Além disso, possui considerável nível de fibra (45% de FDA), sendo até superior à maioria dos fenos de gramíneas e leguminosas, conforme apontado pelo “Manual de formulação de ração e suplementos para coelhos”. Conforme essa mesma publicação, não há restrição para sua inclusão, ou seja, a casquinha de soja pode ser o único ingrediente a ser utilizado como fonte fibrosa para coelhos sem que haja queda no desempenho. Apresenta ainda boa palatabilidade e consideráveis níveis de proteína bruta (11%) e de energia digestível (1641 kcal/kg).

Associado a tudo isso, está o fato de que como grande produtor de soja, a casquinha de soja é um subproduto agroindustrial em abundância no Brasil, que pode ser comprado a um preço muito interessante para as fábricas, conforme a época e região.

Junho/2015

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Maio/2015

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Consumo de carne

CONSUMO DE CARNE

Junho/2015

No Brasil não há controle sobre a quantidade de carne de coelho produzida, tanto de forma inspecionada quanto não inspecionada. Os dados apontados pela FAO são desatualizados e não confiáveis. De uma maneira geral, o consumo é muito baixo, inexpressivo.

Em países como a Espanha, o consumo de carne de coelhos é mais elevado quando comparado ao Brasil. A carne desse animail é vendida em vários supermercados, sendo a carcaça vendida em cortes ou em pedaços (foto). Um quilo de carne custa cerca de R$ 20,00, sendo a carcaça vendida com cabeça.

Há ainda países que vem aumentando muito sua produção nos últimos anos sendo a China um bom exemplo, já produzindo mais de 1.000.000 de toneladas anuais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nota sobre húmus

ACBC PUBLICA NOTA TÉCNICA SOBRE PRODUÇÃO DE HÚMUS A PARTIR DE MINHOCAS E ESTERCO DE COELHOS

Maio/2015

A ACBC, através da colaboração do cunicultor e médico veterinário Irany Sola Zolin, publicou importante nota técnica que aborda o processo de fabricação de húmus a partir de esterco de coelhos e minhocas californianas. Segundo Luiz Machado, presidente da ACBC, aumentar o número de itens comercializados é fundamental para o sucesso dos cunicultores, principalmente utilizando um subproduto muito valoriado, que é o esterco de coelhos. Para baixar essa nota técnica, clique aqui.

Informações em jornal

JORNAL "O SERRANO" PUBLICA INFORMAÇÕES SOBRE CUNICULTURA"

Maio/2015

O Jornal "O Serrano", da cidade de Serra Negra, estado de São Paulo, publicou interessante matéria sobre a atividade de cunicultura. Segundo o cunicultor Bernhard Griesinger essa repostagem foi fruto do material de divulgação elaborado pela ACBC e disponibilizado nas ruas de várias cidades brasileiras. Para acessar a matéria, clique em:http://www.oserrano.com.br/view.asp?id=37416

Importância planejamento

PLANEJAMENTO É ESSENCIAL PARA INICIAR ATIVIDADE DE FORMA SEGURA

Maio/2015


A ACBC tem recebido vários e-mails de interessados na atividade de cunicultura que muitas vezes sonham em ganhar dinheiro de forma rápida, na velocidade da reprodução do coelho. Muitas vezes os interessados iniciam sem muitas informações e depois tem diversas dificuldades relacionadas à produção e principalmente venda dos produtos gerados. Assim, a ACBC sempre indica cautela, pesquisar o mercado com antecedência e começar pequeno, aumentando a criação conforme se aumenta a experiência e a expectativa dos negócios.

A Algum tempo a associação foi procurada pelo Casal Liliane e Gil, que tiveram uma situação interessante, pois pesquisaram muito o mercado antes de iniciar. Essa situação é relatada por ela mesma nas linhas a seguir: "Desde muito menina sempre gostei de animais. Queria ser fazendeira, morar na roça, ter muitos bichos. Pois bem, alguns desses desejos se realizaram. Mas não pensem que foi assim de uma hora para outra. Tudo na vida requer planejamento e estudo. Depois de conversarmos sobre a possibilidade de se criar coelhos no nosso Cantão, saímos em busca de informações. Entramos na internet e em todo tipo de site que se tratava desse assunto. Vimos de tudo, sites sérios e outros não muito confiáveis. Rapidinho conseguimos detectar a diferença. Para começar, procuramos entrar em contato com alguns professores de cunicultura de instituições mineiras, que nos deram um bom norteamento. Telefonamos, marcamos uma visita e fomos muito bem recebidos para um papo informal sobre criação de coelhos. Tínhamos um mar de perguntas a fazer. Um milhão de dúvidas. Como começar? Onde comprar? Como construir um galpão? Quanto gastaríamos? Com quantos animais começar? Quem compraria nossos coelhos? Criar só coelhos Pet ou também Nova Zelândia? Foi difícil controlar a ansiedade, mas sabíamos que tudo teria que ser feito com  muita calma e sabedoria. Tínhamos apenas cinquenta mil reais para o investimento. Nada podia dar errado. Depois desta etapa procuramos fazer visitas em vários criatórios. Nessas visitas já conseguimos detectar o que era bom e o que era ruim, o que funcionava e o que não funcionava, o que queríamos e o que não queríamos no nosso criatório. Compramos livros, vídeos, tudo que víamos sobre coelhos. Fizemos uma viagem a São Paulo, Conhecemos um casal, Helena e Laerte do Coelhos Bela Vista, que muito nos ajudou com seu carinho, curso e apostila. Visitamos a Angolana e muitos outros. Voltamos para casa e começamos a procurar animais para comprar.Fizemos um contato com alguns criadores de Coelhos Pet, mas foi com a Nayara e o Rafael da Casa dos Coelhos que tivemos uma grande empatia. Ficamos amigos e até hoje estão sempre prontos a ajudar. Hoje fazemos parte de alguns grupos e fóruns específicos onde também colocamos questões e tiramos dúvidas que sempre surgem. Construímos nosso galpão (25mx5m) de forma bem simples, sem reboco, madeirame de eucalipto imunizado, telhas de segunda mão, pintura de tinta de terra, água e cola branca. Compramos animais de criadores que desistiram da criação, equipamentos e ainda sobrou um bocado para manter a compra de ração por algum tempo. Não temos nenhuma pretensão, nem a ilusão, de ficarmos ricos com essa atividade, mas esperamos que esse trabalho gere dinheiro suficiente para cobrir as despesas que temos com nosso Cantão. Gostamos do contato com a natureza, valorizamos a qualidade de vida e estamos adorando lidar com esses animais maravilhosos que são os COELHOS". A ACBC parabeniza esses cunicultores pelo planejamento que fizeram para iniciar o trabalho.

Cunicultura NEPAL

AJUDA PARA A CUNICULTURA DO NEPAL

Maio/2015

Como é de conhecimento público um grande terremoto atingiu o Nepal, na Ásia. Informações vindas de representantes da cunicultura deste país mostram que alguns projetos sociais que envolviam a cunicultura foram muito prejudicados.

Foi criada então uma campanha para reconstrução da fazenda que aloja os animais deste projeto social. Para colaborar com essa campanha acesse: http://www.gofundme.com/tjk6fk e contribua com qualquer valor.

Estimativa da produção

Nota técnica: Estimativa de consumo de carne de coelhos no Brasil

Para baixar essa nota técnica em PDF clique aqui.

Por: Marcos Ferreira Kac – Médico Veterinário e Cunicultor.

Coelho Real - E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Sabe-se que o consumo da carne de coelhos no Brasil ainda é insignificante quando comparada com outros animais de produção, principalmente bovinos, suínos e frangos, o que já faz parte da cultura e realidade financeira dos brasileiros.

Esse consumo vem crescendo muito pelo menos nos últimos 10 anos, talvez proporcionalmente seja uma das carnes que mais tenha crescido, visto que os principais frigoríficos do país hoje produzem até 10 vezes mais do que produziam 10 anos atrás, sempre trabalhando com um crescimento do mercado consumidor mais rápido do que a produção. Vários trabalhos de incentivo de produção, principalmente com altos reajustes praticados nos coelhos vivos, sempre acima da inflação do país, estão sendo praticados, o que deverá surtir resultados satisfatórios nos próximos 5 a 10 anos. Há vários anos que o coelho brasileiro é mais caro do que o europeu e isso se deve ao fato do custo de produção nacional ser bem mais elevado pela falta de técnicas como inseminação artificial, ração de preço elevado, genética não tão boa e principalmente pelas criações ainda serem pequenas. No Brasil uma criação com 200 ou 300 fêmeas pode ser considerada uma grande criação, enquanto em países como Espanha, Portugal, Itália, França, entre outros, é uma criação pequena. Com esse crescimento sólido, regular e confiável do mercado, algumas criações com intuitos industriais já começaram a ser instaladas, com objetivo de produzir com mais de 500 e até com 1000 matrizes.

Segundo relatos informais de algumas autoridades governamentais do ramo, o Brasil deve abater oficialmente 15 a 20 mil coelhos / mês. Algumas estimativas propõe uma quantidade semelhante de abate informal e caseiro, principalmente na região sul do país e outras cidades rurais, totalizando aproximadamente 40.000 coelhos / mês. Essa quantidade produz em torno de 750 toneladas de carne de coelhos por ano, o que dividido pelos nossos mais de 200 milhões de habitantes, resulta em 3 a 4g / habitante / ano. Conversas com cunicultores falavam em menos de 100 g / habitante / ano. Deve-se enfatizar que essa estimativa foi feita a muitos anos atrás quando na década de oitenta o governo muito estimulou a cunicultura. Seja 3 ou seja 100 g, é uma quantidade muito baixa, ainda mais se tratando de uma carne tão saudável e de alta produtividade, visto que em menos de 10m2, consegue-se produzir mais de 300kgs de carne / ano, além do aproveitamento dos subprodutos de abate e esterco.

Por ser uma carne de alto valor nutritivo e fácil digestibilidade, pelo preconceito com comer um coelho estar cada vez menor, pois é um animal de alta produtividade, e principalmente pelo preço da carne do coelho estar cada vez mais competitiva, devido aos altos aumentos das demais carnes, com esse consumo tão baixo e aprimoramento das técnicas de criação, melhoramentos genéticos e de ração, diminuindo ainda mais os custos de produção, é um mercado que tem muito para crescer e com um futuro muito promissor.

 

2015

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