Notícias

Novembro/2015

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Dezembro/2015

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Outubro/2015

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Software

SOFTWARE PARA CONTROLE DA GRANJA

Novembro/2015

 

O software "patablanca" foi desenvolvido para gerenciamento de granjas cunículas. Se trata de um software que auxilia no manejo e controle zootécnico da granja. Somente está disponível em língua espanhola. Sua versão para granjas de até 60 matrizes é gratúita e pode ser obtida a partir do site http://www.ecunicultura.com/softwre. Maiores informações poderão ser obtidas com Carlos, através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Consulta pública

CONCEA ABRE CONSULTA PÚBLICA RELACIONADA A CUNICULTURA NAS ESCOLAS

Dezembro/2015

O CONCEA (Controle Nacional de Controle de Experimentação Animal) abriu uma consulta pública sobre "Procedimento - Roedores e Lagomorfos mantidos em instalações de instituições de ensino ou pesquisa científica. A normativa coloca vários critérios para que os coelhos sejam utilizados nas pesquisas feitas nas instituições. As sugestões ao texto deverão ser encaminhadas por meio do endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. , mediante preenchimento do Anexo II - Formulário para Contribuições ao texto Procedimentos Roedores e Lagomorfos.

A ACBC junto a seus associados também está elaborando sugestões para serem encaminhadas.

Revista Super Varejo

REVISTA SUPER VAREJO DESTACA CUNICULTURA

Novembro/2015

 

A revista "Super varejo", de circulação nacional, direcionada ao setor supermercadista, fez uma matéria sobre a cunicultura, destacando seu grande potencial para produção de carne de alta qualidade. Para baixar a edição completa da revista clique aqui. A matéria pode ser acessada nas páginas 86-90.

TV e coelho pet

REDES DE TELEVISÃO MANTÊM GRANDE INTERESSE POR COELHOS PET

Outubro/2015

 

Várias redes de televisão vem buscando cunicultores para realizarem reportagens sobre coelhos, assunto que desperta muito interesse em geral. Essas reportagens são muito importantes para divulgação da cunicultura pet bem como para mostrar a sociedade que o coelho pode ser um animal interessante para ser mantido no ambiente familiar.

Desta vez a cunicultora Liliane, da "Coelhos Cantão", que com muita simpatia, mostrou um pouco de sua atividade recém iniciada. O vídeo pode ser acessado em: https://www.youtube.com/watch?v=2yrHUwRoq08&sns=em

Carnes OMS

OMS QUALIFICA CARNE DE EMBUTIDOS COMO CANCERÍGENA E VERMELHA COMO PROVAVELMENTE CANCERÍGENA

Outubro/2015

 

A Organização Mundial de Saude (OMS) colocou o consumo excessivo de carnes processadas, como embutidos ou frios, no Grupo 1 de risco de levar ao desenvolvimento de câncer, principalmente o colorretal. Pertencem a esta categoria, por exemplo, o tabaco e o amianto. Mas a organização esclareceu que pertencer ao mesmo grupo "não significa que sejam igualmente perigosos". Já o consumo excessivo de carnes vermelhas em geral - inclusive bovina, suína e ovina - foi inserido no Grupo 2, como "provavelmente cancerígenas" pelo informe, rico em indefinições devido à falta de dados conclusivos.

Atualmente a sociedade busca por opções de carne saudáveis e de fácil preparo. Neste sentido, a carne de coelho se destaca, sendo uma carne branca, considerada ainda uma das mais nutritivas que existem, apresentando baixos níveis de sódio, colesterol e gorduras e proteina de elevado valor biológico.

 

Informações pré abate

Nota técnica: Informações pré-abate

Por: Marcos Ferreira Kac – Médico Veterinário e Cunicultor. Coelho Real

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Para baixar essa nota técnica em PDF, clique aqui

 

Quando falamos em animais para abate, muitas dúvidas surgem, quanto a raça, cor de pelagem, peso, sanidade, características de transporte, entre outros. Essa nota técnica tem o intuito de esclarecer algumas dessas dúvidas e ajudar os produtores que querem ingressar na cunicultura, atividade que muito tem a crescer em nosso país. Para facilitar o entendimento, esclarecemos:

  1. 1) Porque abater coelhos no Brasil se não temos costume de comer essa carne?

O consumo da carne de coelhos no Brasil vem crescendo ano a ano, a nosso entendimento, principalmente por 4 motivos:

a) O brasileiro está cada vez mais se preocupando com a saúde e a carne de coelho é extremamente saudável, apresentando baixos índices de gordura e colesterol, fácil digestibilidade, versatilidade no preparo além de diversas outras qualidades;

b) Essa carne está com preço cada vez mais competitivo, visto que tivemos aumentos significativos nos preços das carnes mais comumente consumidas (bovina, suína e aves) e a carne de coelhos teve leve reajuste e em algumas situações até inferior à nacional.

c) Seja através do “boca a boca” ou simples ações de marketing desenvolvidas por cunicultores e pela própria  ACBC, a divulgação da carne tem sido feita eficientemente. Mesmo assim o consumo anual comparado às outras carnes é ainda insignificante.

d) O “preconceito” em consumir carne de coelhos está diminuindo cada vez mais, pois as pessoas estão se conscientizando que o coelhos não são apenas para uso pet (como os mini coelhos) mas também um animal de elevada produtividade, capaz de produzir anualmente 120 kg de peso vivo utilizando uma coelha em uma área de aproximadamente 2m2.

 

2) Qual a melhor raça e cor de coelho para criação? Qual peso indicado para abate?

Os abatedouros costumam comprar coelhos de qualquer raça e cor, desde que respeitem o peso exigido pelo comprador. Alguns dão preferência por coelhos acima de 2,2 kgs, enquanto outros acima de 2,5 kgs. Mas, a raça mais usada em nosso país é o Nova  Zelândia Branca, pois são consideradas as melhores “mães”, proporcionando boa relação custo benefício. Outra raça de tamanho médio, como o Califórnia, também é indicada, mas ainda pouco utilizada no Brasil. Cruzamentos usando machos meio sangue gigantes ou oriundos de melhora genética como a desenvolvida na UNESP de Botucatu (Raça Botucatu), são indicados pois consegue-se filhotes com uma conversão alimentar melhor, tendo período de engorda mais rápido. A melhoria genética do plantel exige muito tempo e dedicação dos produtores, o que será facilitada num futuro a partir da implementação do uso de inseminação artificial.

 

 

  1. 3) Quais as exigências sanitárias para os coelhos de abate?

No Brasil ainda não existe uma norma específica, o importante é que os animais sejam criados respeitando as normas básicas de higiene, de criação humanitária e bem estar animal. Há que utilizar locais adequados, com conforto térmico, alimentação de boa qualidade, fornecendo água de boa qualidade e a vontade.

 

  1. 4) Como deve ser o transporte para abate?

Os animais podem ser acondicionados em caixas de madeira, plásticas, de ferro, etc, desde que sejam transportados ventilados e de preferência durante a noite ou madrugada, evitando as horas quentes do dia. Esse tema já foi detalhadamente descrito e se encontra no no link:  http://acbc.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=229&Itemid=276

 

  1. 5) Há outras exigências?

Outra exigência importante, a qual também é fiscalizada pelo Ministério da Agricultura, principalmente quando o frigorífico visa exportar a carne abatida, é quanto a presença de resíduos de medicamentos, promotores de crescimento, etc, na carne ou órgãos dos animais. É imprescindível que os produtores respeitem o período de carência de cada medicamento utilizado, antes de enviar os coelhos para abate.

Além da preocupação com os animais propriamente ditos, o produtor tem que se preocupar com a certeza de venda da produção e portanto é necessário que se firme com o frigorífico, uma parceria de compra, para não correr o risco deste último não ter pra quem vender os coelhos posteriormente. Esses contratos são fundamentais para organização de ambas as partes e para que cresçam juntos.

 

Setembro/2015

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Agosto/2015

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Julho/2015

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Maquina peletizadora

PEQUENA MÁQUINA PELETIZADORA FACILITA FABRICAÇÃO DA RAÇÃO

Setembro/2015

Uma pequena máquina peletizadora chama atenção pelo fato do baixo preço bem como de sua possível aplicabilidade para um grupo de cunicultores. Se trata de uma peletizadora elétrica, que se pode adquirir por U$ 1.250,00. Como a alimentação dos animais é responsável por cerca de 70% dos custos de produção, poderia ser um investimento a ser considerado por um núcleo de cunicultores que tenham a intensão de fabricar sua própria ração. Maiores informações podem ser obtidas no site http://articulo.meelko.com/24-maquina-de-hacer-pellets-electrica--mm (exterior).

Oitava edição ACBC

ACBC PUBLICA OITAVA EDIÇÃO DA RBC

Setembro/2015

Foi publicada em Setembro a oitava edição da RBC que apresenta um trabalho de extensão realizado com a colaboração de dezenas de pessoas, dois novos padrões raciais (Fuzzy lop e Angorá), um artigo científico, informações sobre as granjas Bela Vista (SP) e Casa dos Coelhos e CIA (MG),  bem como uma importante nota técnica que discorre sobre o uso do esterco de coelhos. Para acessar essa edição da revista clique aqui.