Notícias

Consumo de carne

CONSUMO DE CARNE

Junho/2015

No Brasil não há controle sobre a quantidade de carne de coelho produzida, tanto de forma inspecionada quanto não inspecionada. Os dados apontados pela FAO são desatualizados e não confiáveis. De uma maneira geral, o consumo é muito baixo, inexpressivo.

Em países como a Espanha, o consumo de carne de coelhos é mais elevado quando comparado ao Brasil. A carne desse animail é vendida em vários supermercados, sendo a carcaça vendida em cortes ou em pedaços (foto). Um quilo de carne custa cerca de R$ 20,00, sendo a carcaça vendida com cabeça.

Há ainda países que vem aumentando muito sua produção nos últimos anos sendo a China um bom exemplo, já produzindo mais de 1.000.000 de toneladas anuais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nota sobre húmus

ACBC PUBLICA NOTA TÉCNICA SOBRE PRODUÇÃO DE HÚMUS A PARTIR DE MINHOCAS E ESTERCO DE COELHOS

Maio/2015

A ACBC, através da colaboração do cunicultor e médico veterinário Irany Sola Zolin, publicou importante nota técnica que aborda o processo de fabricação de húmus a partir de esterco de coelhos e minhocas californianas. Segundo Luiz Machado, presidente da ACBC, aumentar o número de itens comercializados é fundamental para o sucesso dos cunicultores, principalmente utilizando um subproduto muito valoriado, que é o esterco de coelhos. Para baixar essa nota técnica, clique aqui.

Informações em jornal

JORNAL "O SERRANO" PUBLICA INFORMAÇÕES SOBRE CUNICULTURA"

Maio/2015

O Jornal "O Serrano", da cidade de Serra Negra, estado de São Paulo, publicou interessante matéria sobre a atividade de cunicultura. Segundo o cunicultor Bernhard Griesinger essa repostagem foi fruto do material de divulgação elaborado pela ACBC e disponibilizado nas ruas de várias cidades brasileiras. Para acessar a matéria, clique em:http://www.oserrano.com.br/view.asp?id=37416

Importância planejamento

PLANEJAMENTO É ESSENCIAL PARA INICIAR ATIVIDADE DE FORMA SEGURA

Maio/2015


A ACBC tem recebido vários e-mails de interessados na atividade de cunicultura que muitas vezes sonham em ganhar dinheiro de forma rápida, na velocidade da reprodução do coelho. Muitas vezes os interessados iniciam sem muitas informações e depois tem diversas dificuldades relacionadas à produção e principalmente venda dos produtos gerados. Assim, a ACBC sempre indica cautela, pesquisar o mercado com antecedência e começar pequeno, aumentando a criação conforme se aumenta a experiência e a expectativa dos negócios.

A Algum tempo a associação foi procurada pelo Casal Liliane e Gil, que tiveram uma situação interessante, pois pesquisaram muito o mercado antes de iniciar. Essa situação é relatada por ela mesma nas linhas a seguir: "Desde muito menina sempre gostei de animais. Queria ser fazendeira, morar na roça, ter muitos bichos. Pois bem, alguns desses desejos se realizaram. Mas não pensem que foi assim de uma hora para outra. Tudo na vida requer planejamento e estudo. Depois de conversarmos sobre a possibilidade de se criar coelhos no nosso Cantão, saímos em busca de informações. Entramos na internet e em todo tipo de site que se tratava desse assunto. Vimos de tudo, sites sérios e outros não muito confiáveis. Rapidinho conseguimos detectar a diferença. Para começar, procuramos entrar em contato com alguns professores de cunicultura de instituições mineiras, que nos deram um bom norteamento. Telefonamos, marcamos uma visita e fomos muito bem recebidos para um papo informal sobre criação de coelhos. Tínhamos um mar de perguntas a fazer. Um milhão de dúvidas. Como começar? Onde comprar? Como construir um galpão? Quanto gastaríamos? Com quantos animais começar? Quem compraria nossos coelhos? Criar só coelhos Pet ou também Nova Zelândia? Foi difícil controlar a ansiedade, mas sabíamos que tudo teria que ser feito com  muita calma e sabedoria. Tínhamos apenas cinquenta mil reais para o investimento. Nada podia dar errado. Depois desta etapa procuramos fazer visitas em vários criatórios. Nessas visitas já conseguimos detectar o que era bom e o que era ruim, o que funcionava e o que não funcionava, o que queríamos e o que não queríamos no nosso criatório. Compramos livros, vídeos, tudo que víamos sobre coelhos. Fizemos uma viagem a São Paulo, Conhecemos um casal, Helena e Laerte do Coelhos Bela Vista, que muito nos ajudou com seu carinho, curso e apostila. Visitamos a Angolana e muitos outros. Voltamos para casa e começamos a procurar animais para comprar.Fizemos um contato com alguns criadores de Coelhos Pet, mas foi com a Nayara e o Rafael da Casa dos Coelhos que tivemos uma grande empatia. Ficamos amigos e até hoje estão sempre prontos a ajudar. Hoje fazemos parte de alguns grupos e fóruns específicos onde também colocamos questões e tiramos dúvidas que sempre surgem. Construímos nosso galpão (25mx5m) de forma bem simples, sem reboco, madeirame de eucalipto imunizado, telhas de segunda mão, pintura de tinta de terra, água e cola branca. Compramos animais de criadores que desistiram da criação, equipamentos e ainda sobrou um bocado para manter a compra de ração por algum tempo. Não temos nenhuma pretensão, nem a ilusão, de ficarmos ricos com essa atividade, mas esperamos que esse trabalho gere dinheiro suficiente para cobrir as despesas que temos com nosso Cantão. Gostamos do contato com a natureza, valorizamos a qualidade de vida e estamos adorando lidar com esses animais maravilhosos que são os COELHOS". A ACBC parabeniza esses cunicultores pelo planejamento que fizeram para iniciar o trabalho.

Cunicultura NEPAL

AJUDA PARA A CUNICULTURA DO NEPAL

Maio/2015

Como é de conhecimento público um grande terremoto atingiu o Nepal, na Ásia. Informações vindas de representantes da cunicultura deste país mostram que alguns projetos sociais que envolviam a cunicultura foram muito prejudicados.

Foi criada então uma campanha para reconstrução da fazenda que aloja os animais deste projeto social. Para colaborar com essa campanha acesse: http://www.gofundme.com/tjk6fk e contribua com qualquer valor.

Estimativa da produção

Nota técnica: Estimativa de consumo de carne de coelhos no Brasil

Para baixar essa nota técnica em PDF clique aqui.

Por: Marcos Ferreira Kac – Médico Veterinário e Cunicultor.

Coelho Real - E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Sabe-se que o consumo da carne de coelhos no Brasil ainda é insignificante quando comparada com outros animais de produção, principalmente bovinos, suínos e frangos, o que já faz parte da cultura e realidade financeira dos brasileiros.

Esse consumo vem crescendo muito pelo menos nos últimos 10 anos, talvez proporcionalmente seja uma das carnes que mais tenha crescido, visto que os principais frigoríficos do país hoje produzem até 10 vezes mais do que produziam 10 anos atrás, sempre trabalhando com um crescimento do mercado consumidor mais rápido do que a produção. Vários trabalhos de incentivo de produção, principalmente com altos reajustes praticados nos coelhos vivos, sempre acima da inflação do país, estão sendo praticados, o que deverá surtir resultados satisfatórios nos próximos 5 a 10 anos. Há vários anos que o coelho brasileiro é mais caro do que o europeu e isso se deve ao fato do custo de produção nacional ser bem mais elevado pela falta de técnicas como inseminação artificial, ração de preço elevado, genética não tão boa e principalmente pelas criações ainda serem pequenas. No Brasil uma criação com 200 ou 300 fêmeas pode ser considerada uma grande criação, enquanto em países como Espanha, Portugal, Itália, França, entre outros, é uma criação pequena. Com esse crescimento sólido, regular e confiável do mercado, algumas criações com intuitos industriais já começaram a ser instaladas, com objetivo de produzir com mais de 500 e até com 1000 matrizes.

Segundo relatos informais de algumas autoridades governamentais do ramo, o Brasil deve abater oficialmente 15 a 20 mil coelhos / mês. Algumas estimativas propõe uma quantidade semelhante de abate informal e caseiro, principalmente na região sul do país e outras cidades rurais, totalizando aproximadamente 40.000 coelhos / mês. Essa quantidade produz em torno de 750 toneladas de carne de coelhos por ano, o que dividido pelos nossos mais de 200 milhões de habitantes, resulta em 3 a 4g / habitante / ano. Conversas com cunicultores falavam em menos de 100 g / habitante / ano. Deve-se enfatizar que essa estimativa foi feita a muitos anos atrás quando na década de oitenta o governo muito estimulou a cunicultura. Seja 3 ou seja 100 g, é uma quantidade muito baixa, ainda mais se tratando de uma carne tão saudável e de alta produtividade, visto que em menos de 10m2, consegue-se produzir mais de 300kgs de carne / ano, além do aproveitamento dos subprodutos de abate e esterco.

Por ser uma carne de alto valor nutritivo e fácil digestibilidade, pelo preconceito com comer um coelho estar cada vez menor, pois é um animal de alta produtividade, e principalmente pelo preço da carne do coelho estar cada vez mais competitiva, devido aos altos aumentos das demais carnes, com esse consumo tão baixo e aprimoramento das técnicas de criação, melhoramentos genéticos e de ração, diminuindo ainda mais os custos de produção, é um mercado que tem muito para crescer e com um futuro muito promissor.

 

2015

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Clima tropical

CONFERENCIA INTERNACIONAL DE CUNICULTURA EM CLIMA TROPICAL

Abril/2015

A ACBC informa que entre os dias 16 e 18 de Dezembro de 2015, acontecerá a Conferência Internacional de Cunicultura em Clima Tropical. Este evento será realizado em Kuala Lumpur, Malásia. para maiores informações,clique aqui.

Produtos cárneos

PRODUTOS CÁRNEOS SÃO DESENVOLVIDOS

Março/2015

 

Para maior aceitação dos produtos cárneos obtidos a partir da cunicultura, o desenvolvimento de derivados é essencial. A carne de coelho é considerada saudável e nutritiva e poderia chegar à mesa dos brasileiros de diferentes formas, favorecendo seu consumo.

Técnicos da EMATER-DF desenvolveram a linguíça de carne de coelhos e fizeram análise sensorial. Os resultados podem ser visualizados clicando aqui. Já o cunicultor Rodrigo Menezes misturou carne de coelho e de frango para fazer um hamburguer, utilizando também farinha de linhaça, semente de chia, clara de ovo, alho, cebola, salsinha, pimenta do reino e hortelã. Segundo o cunicultor, o produto foi muito elogiado pelos provadores. No passado foi também feito desenvolvimento e teste de hamburger de coelho, estando este trabalho disponível aqui. Outros cunicultures relatam que já fizeram molho de carne de coelho para pizza, estrogonoff, pasta e almondegas.

No IFMG Bambuí, foi desenvolvido o presunto de carne de coelho e a mortadela, estando a notícia vinculada disponível em: http://www.acbc.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=92&Itemid=123.

Grupo de estudos

GRUPO DE ESTUDOS EM CUNICULTURA É CRIADO NA UFMG

Março/2015

 

O GREC-“Grupo de Estudos Multidisciplinar em Cunicultura”, foi criado no Instituto de Ciencias Agrárias da UFMG pleo prof. Dr. Wedson Nogueira, na cidade de Montes Claros e tem como objetivo proporcionar o desenvolvimento da cunicultura no Norte de Minas Gerais, através da pesquisa e extensão e incentivar a criação de coelhos utilizando o recurso da agricultura familiar afim de promover o consumo de carne saudável pela comunidade regional.

Mercado cunícula

PESQUISADOR PUBLICA TRABALHO SOBRE MERCADO CUNÍCULA EM SANTA CATARINA

Fevereiro/2015

 

O pesquisador Andrei Bonamigo, recentemente formado no Mestrado Profissional em Administração pela UNOESC, realizou um estudo voltado à atividade cunícula em Santa Catarina, na linha de competitividade do agronegócio. Seu estudo surgiu a partir do limitado número de pesquisas relacionados a atividade cunícula em nível de Brasil e de Estado no que tange a cadeia produtiva de coelhos. Ainda aponta que seu estudo busca contribuir para a sustentabilidade da atividade cunícula no Brasil. A Dissertação teve o tema "Potencialidades e limitações na produção e consumo da carne cunícula em Santa Catarina".

Andrei apontou como desafio durante sua pesquisa a limitada quantidade de estudos publicados na área em nível nacional e até mesmo internacionalmente. Para ele, a cunicultura diante das limitações identificadas no estudo, demonstra positivas potencialidades, que na sua percepção podem ser estratégicas para a realidade brasileira diante das características do sistema de produção e propriedades alimentares oriundos da carne de coelho.

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